Efectúa la solidaridad con Cuba movilización frente al Consulado de EE.UU. en Río de Janeiro en protesta contra el Bloqueo y la Helms-Burton.

Solidaridad con Cuba realiza manifestación frente al Consulado estadounidense en Río de Janeiro.

Río de Janeiro, 26 de julio 2019. La Asociación Cultural José Martí de Solidaridad con Cuba (ACJM-RJ) se unió a varias entidades, entre ellas, la  Casa de América Latina, Brigadas Populares, Amigos de 68, Mandato Leonel Brizola, Comité de Solidaridad para la Revolución Bolivariana, MAPI-PDT, FIST, TVCRIO, Enemigos del Imperio, CUT, Colectiva Ana Montenegro, UJC, UJR, Young Wing, PCB, UP, PCR, PDT, PCO, PT y la presencia del diputado Paulo Ramos, para ocupar las calles ante el Consulado de los Estados Unidos, informar a la población carioca sobre las agresiones de bloqueo contra el pueblo cubano y subrayar su rechazo entregando una carta al representante consular de los Estados Unidos.

La marcha con decenas de manifestantes recorrió varias calles con pancartas de las diferentes organizaciones participantes, banderas cubanas y brasileñas. Distintos oradores denunciaron la política criminal de EE.UU. contra Cuba.

Para los cariocas promotores de la movilización, el movimiento de solidaridad con Cuba  se organiza para denunciar y repudiar el mantenimiento e intensificación del bloqueo criminal impuesto a Cuba por el gobierno imperialista, a través de la implementación de la Helms-Burton y privar al pueblo cubano de los bienes necesarios para su bienestar y supervivencia, como alimentos, medicinas e insumos muy diversos para la producción.

Los manifestantes trataron de entregar una carta al presidente Trump, pero el Cónsul se negó a recibirla,  alegando que no había nadie que pudiera hacer la traducción. Una burla a los manifestantes que muestra el cinismo de los imperialistas.

(ConsulCuba Sao Paulo)

Abaixo segue a íntegra da carta endereçada ao presidente dos Estados Unidos:

Ao Sr. Presidente da República dos Estados Unidos da América Donald Trump

A Associação Cultural José Martí do Rio de Janeiro, entidade de solidariedade a Cuba, e demais organizações que assinam esta carta, vêm apresentar seu repúdio ao bloqueio genocida praticado pelo governo dos Estados Unidos contra Cuba e seu povo.

Esse bloqueio econômico, comercial, financeiro e midiático, imposto pelos governos estadunidenses desde 1962, é a maior expressão de uma política cruel e desumana, carente de legalidade e legitimidade, deliberadamente desenhada para provocar fome, doenças e desespero da população cubana.

O bloqueio ainda impede viagens e trocas de experiências no que tange ao desenvolvimento cultural e científico de estadunidenses e cubanos produzidos por intercâmbio entre profissionais dos dois países e interfere também no direito de ir e vir do povo estadunidense.

A despeito das diversas condenações da Assembleia Geral da ONU ao Bloqueio e de uma progressiva distensão inaugurada pela administração passada que percebeu ser esse tipo de política algo abusivo e ineficaz, o novo governo estadunidense, por capricho doutrinário e ideológico descabido, fez retrocederem as relações entre os países.

O bloqueio recrudesceu ainda mais com a aplicação rígida da Lei Helms-Burton, elaborada nos anos 90, que tem como principal objetivo provocar a desestabilização econômica e política do Estado cubano.

A lei Helms-Burton não só procura encerrar qualquer possibilidade de construção de relações harmônicas entre os países, mas acaba por legitimar a imposição das vontades de um governo sobre outro, de uma nação sobre a outra. Essa lei revigora acintosamente o caráter extraterritorial do bloqueio, aprofunda ainda mais as sanções econômicas originais, interfere diretamente nas relações econômicas de Cuba com o mundo e dificulta investimentos de outros países em projetos comerciais e no turismo.

Imbuídos do caráter internacionalista e de solidariedade com os povos, rejeitamos e denunciamos essa guerra contra Cuba e exigimos do governo estadunidense o fim do bloqueio, pois desejamos restabelecer todas as relações econômicas e políticas embasadas no respeito mútuo, na soberania e auto-determinação dos povos para que sigam seus projetos de desenvolvimento.

https://josemartirj.webnode.com/news/a26-de-julho-ato-contra-o-bloqueio-a-cuba-relato/?fbclid=IwAR0V3uBT8hkso2hzhefg8j0VySrvZn89bLb4Qr8Q8J2GtS_KNz5_xDH2qJA 

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