Angola reiterou esta quarta-feira, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, o seu apelo ao fim do bloqueio económico, comercial e financeiro, bem como das medidas unilaterais e coercivas impostas pelos Estados Unidos contra Cuba.
De acordo com o representante Permanente de Angola junto das Nações Unidas, Francisco da Cruz, essas medidas ameaçam e violam os direitos humanos fundamentais, incluindo o direito à autodeterminação, impedem o alcance de um nível de vida adequado, tendo em conta as actuais crises económicas e alimentares globais que exigem uma abordagem multilateral e solidariedade internacional.
Nas suas observações, salientou também que isso é demonstrado pelos sucessivos debates em vários fóruns internacionais, incluindo as Nações Unidas, onde os Estados-Membros votaram repetidamente a favor do seu fim imediato e incondicional.
A Assembleia Geral das Nações Unidas, o órgão mais representativo e democrático da ONU, está debatendo pela trigésima primeira vez o projeto de resolução apresentado por Cuba, intitulado "Necessidade de acabar com o bloqueio econômico, comercial e econômico".
