Os cooperantes cubanos que trabalham na Academia Militar da Defesa e na Escola de Logística em Benguela, recordaram a efeméride do 26 de Julho com uma actividade política e cultural. Estiveram presentes no evento dirigentes da instituição e uma delegação da Embaixada de Cuba em Angola encabeçada pelo embaixador, o Sr. Oscar León González.
O coordenador da Brigada de cooperantes e o representante diplomático de Cuba salientaram o sucesso da colaboração bilateral entre os dois países, no âmbito da formação profissional para a defesa, incluindo os benefícios para a população local de iniciativas como as feiras de saúde.
Posteriormente, uma comitiva reduzida depositou uma coroa de flores no monumento dedicado à acção do 26 de Julho e à Revolução Cubana, erguido no município de Lobito, próximo ao porto homônimo que hoje constitui um pilar de desenvolvimento para o país, e foi um dos pontos de entrada dos combatentes internacionalistas cubanos e da técnica de combate, durante os dias de apogeu da Operação Carlota.
A acção combativa contra os quartéis militares, Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, do regime tirano que reinava em Cuba, em 26 de Julho de 1953, foi o início da última etapa da luta de libertação na maior das Antilhas. Um grupo de jovens liderados por Fidel Castro Ruz empreenderam a audaz acção que, embora não conseguiu o sucesso militar, abriu o caminho para o triunfo da Revolução Cubana e deu nome ao movimento insurrecional que encabeçou essa vitória, em 1 de Janeiro de 1959.
Fazendo referência ao 26 de Julho, Fidel disse: “O Moncada nos ensinou a transformar os reveses em vitórias”.
A epopeia dos assaltos aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes continua a inspirar os patriotas e revolucionários cubanos a superar os obstáculos do presente, sobretudo enfrentar o principal de todos: a guerra não convencional que o governo dos Estados Unidos da América leva a cabo contra Cuba.
