Declaração do Ministério da Saúde Pública de Cuba

O Ministério da Saúde Pública de Cuba, comprometido com os princípios de solidariedade e humanistas que nortearam a cooperação médica cubana por 55 anos, envolvidos desde a sua criação em agosto de 2013 no Brasil programa mais médicos (...)

(...) O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, com direto, depreciativo e ameaçando a presença de nossas referências médicas, disse e reiterou que modificar os termos e condições do Programa de mais médicos, com desrespeito para a Organização Pan-Americana da Saúde saúde e acordados por isso com Cuba, questionando a preparação de nossos médicos e condicionar a sua permanência no programa para a revalidação do título e como a única maneira contratos individuais.

As mudanças anunciadas impor condições inaceitáveis ​​e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde eo Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa.

Portanto, em vista dessa infeliz realidade, o Ministério da Saúde Pública de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do Programa Mais Médicos e informou o Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde e os líderes políticos brasileiros que o fundaram. e defendeu essa iniciativa. Leia a declaração completa en http://bit.ly/MinsapCuba CubaDebate Radio Rebelde Granma 

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Cooperación