São Paulo, 26 de julho de 2019. No teatro estúdio Heleny Guariba desta cidade se celebrou na noite uma atividade em ocasião no dia 26 de julho convocada pelo Movimento Paulista de Solidariedade com Cuba (MPSC), a mesma foi realizada simultaneamente no Rio de Janeiro pelo Comitê Carioca de solidariedade, com a exibição do documentário Direitos Humanos em Cuba. A ênfase do evento foi a rejeição do bloqueio genocida dos EUA contra Cuba, recrudescido, agora, com a implementação da Helms Burton.
Em São Paulo, o ato começou com as palavras de abertura e declamação de sentidos poemas revolucionários da gestora do Teatro e grande amiga de Cuba companheira Dulce Muniz. Após a exibição do documentário, o membro do MPSC Michele Dias se referiu ao simbolismo do 26 de julho na luta revolucionária do povo cubano e à solidariedade na luta contra o bloqueio.
Vivian Mendes, da coordenação do MPSC, fez uma recontagem do trabalho mantido de solidariedade com Cuba e a importância que tem atualmente sua intensificação frente à ofensiva do imperialismo contra Cuba, a Venezuela e os movimentos revolucionários. Ela fez um apelo para a participação na mobilização contra o bloqueio e a Helms Burton frente ao Consulado dos EUA que os diferentes partidos, movimentos e organizações sociais solidárias com a Revolução cubana iriam realizar na manhã seguinte, 27 de julho.
O Cônsul Geral Pedro Monzòn esteve acompanhado pelo Cônsul de Imprensa Antonio Mata e mais outros companheiros do Consulado. Monzòn, em suas palavras finais, descreveu a ação do 26 de julho como início da Revolução triunfante em 1º de janeiro de 1959. Sublinhou que o bloqueio constitui a maior violação dos direitos humanos ao povo de Cuba e a posição inabalável de Cuba em seus princípios solidários com todas as causas justas no mundo. Ele destacou como a administração de Donald Trump pretende nos chantagear para que abdiquemos, coisa que nunca acontecerá em nossa solidariedade com a revolução Bolivariana e seu presidente Nicolás Maduro.
Além da decoração com pôsteres alegóricos, um grupo das Linhas de Sampa esteve presente, que com seus pequenos bordados de lemas e slogans com referências contra o bloqueio, apresentou uma exposição e presentearam os participantes.
A atividade terminou com um brinde e confraternização dos mais de 60 participantes.
(ConsulCuba São Paulo)

