MISSÃO ESTATAL CUBANA EM MOÇAMBIQUE COMEMORA 67º ANIVERSÁRIO DO ASSALTO AO QUARTEL MONCADA

 

 

MISSÃO ESTATAL CUBANA EM MOÇAMBIQUE COMEMORA 67º ANIVERSÁRIO DO ASSALTO AO QUARTEL MONCADA

Maputo, 26 de Julho. Com um emotivo acto e cumprindo com as medidas sanitárias do estado de emergência que vigora em Moçambique motivada pela pandemia da COVID-19,  a Missão Estatal Cubana comemorou em Maputo o 67º aniversário do Assalto ao Quartel Moncada. No acto participaram, apesar das restricções próprias da situação, representantes de todas as brigadas de organismos cubanos que cooperam no país africano, membros da Associação Moçambicana de Amigos e Simpatizantes com Cuba, AAS-CUBA, e da comunidade cubana residente no país.

Em nome dos cooperantes cubanos, Firmín Adolfo Colarte Machín, fez a leitura do compromisso de todos para com a pátria e com a humanidade de continuar a rota que o Comandante em Chefe Fidel Castro marcou, demonstrado ao longo de 45 anos de relações diplomáticas com a República de Moçambique em que, de forma ininterrupta, médicos, professores, engenheiros e profissionais de outros sectores deram o seu apoio solidário ao desenvolvimento económico e social do país.

Por seu lado, o representante da AAS-CUBA, destacou o significado de 26 de julho para os cubanos no que concerne à liberdade verdadeira do homem, à igualdade do direito à educação, à saúde e ao trabalho, a sua independência e soberania e o que significou a Revolução cubana para muitos povos no mundo. Enfatizou também o rechaço e a condenação da sua associação ao criminal bloqueio do governo dos Estados Unidos da América contra Cuba e o seu recrudecimento constante pela Administração Trump; exigiu o levantamento imediato das sanções contra Cuba e a devolução da base naval de Guantánamo e apoiou a proposta de outorgar o Prémio Nobel a Brigada Henry Reeve.

Ao fazer as conclusões do acto, o Embaixador de Cuba em Moçambique, Pavel Díaz Hernández, fez uma radiografia histórica do 26 de julho, ao constituir um motor impulsionador para a luta que terminou com a conquista da definitiva independência do nosso país. Destacou os êxitos alcançdos por Cuba na batalha contra a COVID-19 e as medidas adoptadas pelo governo cubano para contra-restar os efeitos significativos que a pandemia tem para a economia da ilha e enfrentar os novos desafios impostos pela situação actual na qual o imperialismo, de forma oportunista, aumentou a sua agressividade para  derrotar a Revolução. Assegurou que as batalhas livradas nestes 67 anos transcorridos depois do ataque ao quartel Moncada demostraram a estirpe de um povo que não se deixou vencer pelos obstáculos e que a sua perseverança, valentia e dignidade converteram-no num exemplo para a humanidade.

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