O bloqueio contra Cuba: antes de Kennedy e depois de Biden?

«Santa Clara e Bayamo estão se mobilizando contra o bloqueio dos EUA. Irmãos e irmãs de muitas cidades do mundo também estão construindo pontes de amor para Cuba neste domingo, 30 de janeiro. Temos resistido durante 60 anos e não nos cansaremos de exigir o fim de uma política atroz e obsoleta», disse, no Twitter, o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.

Em bicicletas, carros, lambretas, triciclos, ônibus, caminhões e até em cavalos, moradores de Villa Clara e de Bayamo se juntaram aos milhares de pessoas solidárias com Cuba em mais de 25 países que também marcharam neste domingo, 30, contra a infâmia. Transportando bandeiras cubanas, de 26 de julho e as bandeiras de organizações políticas e de massa, o pelotão multicolorido demonstrou a decisão irrevogável de resistir ao bloqueio pelo tempo necessário, e de fazê-lo de forma criativa, tal como o presidente Díaz-Canel pediu.

O bloqueio contra Cuba política imperial genocida em 3 de fevereiro completará 60 anos desde que foi oficialmente decretada, não começou em fevereiro de 1962, quando a Ordem Executiva 3447 somente oficializou esse ato desumano após a assinatura do então presidente John F. Kennedy, o mesmo da Baía dos Porcos e da Operação Mangosta, com toda sua sabotagem, gangues criminosas, ataques piratas, enfim, o terrorismo contra nosso povo.

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