Havana, 30 set (Prensa Latina) O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, destacou hoje a eleição de seu país para o Comitê Executivo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), por um período de três anos junto ao Brasil e Suriname.
Em sua conta no Twitter, o chefe de Estado também se referiu a fundos dos Estados Unidos para denegrir a cooperação médica da ilha, denunciada perante aquele órgão pelos representantes da nação caribenha.
Ontem, durante o encerramento do 58ú Conselho Diretor da OPAS, a maior das Antilhas foi eleita membro de seu Comitê Executivo, com o apoio de todos os Estados que compõem aquela agência internacional, com exceção da nação norte-americana.
Os Estados Unidos insistiram no fórum em se opor à candidatura cubana e em difamar seus programas de colaboração no campo da saúde, que receberam a resposta dos representantes do país antilhano.
'O exemplo de nossos médicos vence a mentira e a falácia imperial', escreveu o presidente cubano a esse respeito na rede social.
Ao defender o direito da ilha de servir no Comitê Executivo, a vice-ministra da Saúde Pública, Marcia Cobas, descreveu a tentativa de vincular o tráfico de pessoas ao trabalho das brigadas internacionalistas como desrespeitosa e imoral, em um esforço para desacreditá-las.
Segundo o responsável, os profissionais de saúde 'trabalham de forma voluntária e geralmente vão a locais que outros serviços de saúde não alcançam'.
Nesse período, a colaboração cubana recebeu reconhecimento em várias partes do mundo, inclusive de organizações como a Organização Mundial da Saúde e as Nações Unidas, lembrou Cobas.
