Representantes dos diferentes comandos das Forças Armadas Angolanas (FAA), do corpo diplomático aqui acreditado, das organizações de solidariedade, dos cooperadores da ilha, bem como da missão diplomática em Luanda, recordaram hoje a fundação das Forças Armadas Revolucionárias (FAR), em 2 de dezembro de 1956.
O embaixador cubano Oscar León González, o general Arthur Santos Viana, chefe do Estado-Maior Adjunto das FAA para a área operacional e de desenvolvimento, bem como o adido militar de Cuba em Angola, Enrique Kindelán, iniciaram o dia com a colocação de uma coroa de flores ao primeiro presidente angolano.
O General Santos Viana felicitou as FAR e destacou o exemplo da Revolução Cubana, que inspirou as lutas contra o colonialismo em África e noutras regiões do mundo.
Acrescentou que a ilha foi decisiva nesta luta a nível global, não só em Angola, mas também noutros países como a Etiópia, o Gana e a Nicarágua, só para citar alguns.
O adido militar Enrique Kindelán, por sua vez, lembrou as origens das FAR e como sempre estiveram na primeira trincheira nos momentos difíceis da história do país, sempre trabalhando pelo povo da nação caribenha, da qual fazem parte.
Um vídeo onde o Comandante-em-Chefe fala sobre o nascimento das FAR em 2 de dezembro de 1956 - com a chegada da expedição do iate Granma e seus 82 tripulantes, encarregados de iniciar a luta armada contra a tirania de Fulgêncio Batista (1952 - 1958) - bem como o seu papel na história cubana, foi apresentado durante a atividade.
O dia também serviu de homenagem aos 2.085 combatentes que deram a vida nestas terras, além de outros 204 que morreram no desempenho de tarefas civis.
