Pelo fim do bloqueio imperialista de quase seis décadas contra Cuba revolucionária!

Mais uma das políticas anacrônicas dos EUA, talvez a mais persistentemente sustentada pelo império em sua virulência obsessiva contra a valente ilha rebelde, o bloqueio contra Cuba persiste.

Nesta segunda-feira (10), o presidente chauvinista Donald Trump renovou, como fazem os governos de turno dos EUA, a “Lei de Comércio com o Inimigo”, de 1917, que sustenta este crime.

Entidades da paz e personalidades dedicadas à causa da justiça repudiaram a continuidade dessa infâmia, a ser debatida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro.

O movimento internacional da paz, composto por forças populares e diversas personalidades comprometidas com a luta por uma ordem mundial democrática, como o Conselho Mundial da Paz, têm insistido na denúncia contundente do bloqueio criminoso imposto pelos EUA ainda em 1962 contra Cuba revolucionária.

O bloqueio é uma repugnante ingerência na política doméstica e nos rumos defendidos pelo povo cubano em valente resistência e em altiva construção de um sistema sociopolítico e econômico mais justo e defensor da emancipação nacional e humana.

O bloqueio é uma política anacrônica, retrógrada e ofensiva que nunca deveria ter lugar no concerto das nações. É evidente que apenas países imperialistas poderiam apoiar uma agressão de tamanha proporção e persistência contra uma nação para puni-la por sua altivez e posição de combate a um sistema de exploração, opressão e dominação, por defender sua soberania, por apoiar os povos que lutaram e lutam por sua libertação e por promover uma ordem internacional de cooperação e amizade.

Em 2017, tal fato ficou patente com a votação na Assembleia Geral da ONU que quase por unanimidade rechaçou o bloqueio – com os votos contrários à resolução sobre o tema apenas dos EUA e do seu aliado, ou cúmplice, Israel. 

Nas próximas semanas Cuba deve mais uma vez, como tem feito há mais de duas décadas, levantar a discussão na Assembleia Geral. Cuba exporá as consequências nefastas dos mais de 50 anos de bloqueio e da tentativa persistente de isolamento do povo cubano e sufocamento da sua economia para precipitar, como os EUA têm feito em tantos outros países, a derrubada do governo revolucionário. A resistência do povo cubano a tamanha pressão e agressão têm não só mantido como também aprofundado os rumos da revolução, como vemos na recente discussão democrática, soberana e popular sobre a nova Constituição do país.

Amiga dos povos que lutam em todo o mundo pela paz, a justiça e o desenvolvimento, Cuba segue inspirando as forças democráticas e amantes da paz e deve receber ainda mais apoio para derrubar de uma vez por todas o bloqueio com que o imperialismo tenta deter a revolução.

A responsabilidade criminosa dos sucessivos governos estadunidenses pelos efeitos catastróficos, ainda que não tenham sido suficientes para dobrar a vontade do heroico povo cubano, deve ser denunciada!

Pelo fim do bloqueio estadunidense a Cuba, o fechamento da base militar e centro de torturas dos EUA e pela devolução do território de Guantánamo a seus donos legítimos, já!

Socorro Gomes,
Presidenta do Conselho Mundial da Paz

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¡Por el fin del bloqueo imperialista de casi seis décadas contra Cuba revolucionaria!

Una de las políticas anacrónicas de EEUU, quizás la más persistentemente sostenida por el imperio en su virulencia obsesiva contra la valiente isla rebelde, el bloqueo contra Cuba persiste.

El presidente chauvinista Donald Trump renovó, como hacen los gobiernos de turno de EEUU, la "Ley de Comercio con el Enemigo", de 1917, que sostiene este crimen.

Entidades de la paz y personalidades dedicadas a la causa de la justicia rechazan la continuidad de esa infamia, a ser debatida por la Asamblea General de las Naciones Unidas en septiembre.

El movimiento internacional de la paz, compuesto por fuerzas populares y diversas personalidades comprometidas con la lucha por un orden mundial democrático, como el Consejo Mundial de la Paz, ha insistido en la denuncia contundente del bloqueo criminal impuesto por EEUU en 1962 contra Cuba revolucionaria.

El bloqueo es una repugnante injerencia en la política doméstica y en los rumbos defendidos por el pueblo cubano en valiente resistencia y en altiva construcción de un sistema sociopolítico y económico más justo y defensor de la emancipación nacional y humana.

El bloqueo es una política anacrónica, retrógrada y ofensiva que nunca debería tener lugar en el concierto de las naciones. Es evidente que sólo países imperialistas podrían apoyar una agresión de tamaña proporción y persistencia contra una nación para castigarla por su altivez y posición de combate a un sistema de explotación, opresión y dominación, por defender su soberanía, por apoyar a los pueblos que lucharon y luchan por su liberación y por promover un orden internacional de cooperación y amistad.

En 2017, tal hecho quedó patente con la votación en la Asamblea General de la ONU que casi por unanimidad rechazó el bloqueo - con los votos contrarios a la resolución sobre el tema apenas de EEUU y de su aliado, o cómplice, Israel.

En las próximas semanas Cuba debe una vez más, como ha hecho hace más de dos décadas, levantar la discusión en la Asamblea General. Cuba expondrá las consecuencias nefastas de los más de 50 años de bloqueo y del intento persistente de aislamiento del pueblo cubano y sofocamiento de su economía para precipitar, como Estados Unidos hacen en tantos otros países, el derrocamiento del gobierno revolucionario. La resistencia del pueblo cubano a tanta presión y agresión no sólo ha mantenido como también profundizado los rumbos de la revolución, como vemos en la reciente discusión democrática, soberana y popular sobre la nueva Constitución del país.

Amiga de los pueblos que luchan en todo el mundo por la paz, la justicia y el desarrollo, Cuba sigue inspirando a las fuerzas democráticas y amantes de la paz y debe recibir más apoyo para derribar de una vez por todas el bloqueo con que el imperialismo intenta detener la revolución.

La responsabilidad criminal de los sucesivos gobiernos estadounidenses por los efectos catastróficos, aunque no hayan sido suficientes para doblegar la voluntad del heroico pueblo cubano, debe ser denunciada.

Por el fin del bloqueo estadounidense a Cuba, el cierre de la base militar y centro de torturas de EEUU y la devolución del territorio de Guantánamo a sus dueños legítimos, ¡ya!

Socorro Gomes,

Presidenta del Consejo Mundial de la Paz

 

 

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Bloqueo
Solidaridad