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O bloqueio contra Cuba: antes de Kennedy e depois de Biden?

«Santa Clara e Bayamo estão se mobilizando contra o bloqueio dos EUA. Irmãos e irmãs de muitas cidades do mundo também estão construindo pontes de amor para Cuba neste domingo, 30 de janeiro. Temos resistido durante 60 anos e não nos cansaremos de exigir o fim de uma política atroz e obsoleta», disse, no Twitter, o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.

Uma maré imparável de solidariedade

Na América Latina, Europa, Ásia e África, e nos próprios Estados Unidos, a solidariedade com Cuba foi ouvida diante da persistência e do aperto oportunista do bloqueio econômico, comercial e financeiro dos EUA contra o arquipélago. Dos cinco continentes, havia uma única voz: o apelo para o fim desta política criminosa.

Prensa Latina relata que, para este fim, foi realizada uma concentração na cidade de Miami por membros do projeto Pontes de Amor, liderado por Carlos Lazo. «Cubano-americanos e norte-americanos se uniram para expressar sua rejeição a esta política. Estamos lutando pelo povo cubano porque devemos isso a eles», disse o líder do movimento.

Cuba utiliza fundos de cooperação internacional de forma transparente

«Cuba tem prestígio internacional em termos de rastreabilidade e boa utilização dos fundos da colaboração internacional, e reconhece a disposição de muitos países para cooperar com ela».

Isto foi confirmado por Magaly Estrada Díaz, diretora-geral de Colaboração do Ministério do Comércio Exterior e o Investimento (Mincex), que elogiou a transparência com que a Ilha maior das Antilhas administra tal financiamento.

Segundo declarações da funcionária — registradas no site da Câmara do Comércio Cubana — existem atualmente mais de 400 projetos de cooperação internacional registrados no país, de mais de 30 países, 54 organizações não governamentais e associações de solidariedade, e mais de 64 centros de pesquisa e universidades.

A Europa convoca uma maratona na mídia contra o bloqueio

Nos futuros programas da Europa para Cuba, mais detalhes sobre a organização e o tempo destinado às colaborações serão fornecidos. Photo: Prensa Latina

O canal Europa para Cuba pediu uma maratona mundial na mídia nos dias 2 e 3 de abril para rejeitar, por todos os meios de comunicação possíveis, o bloqueio dos EUA contra o arquipélago.

De acordo com um relatório do Prensa Latina, a plataforma de solidariedade exortou os cubanos e as pessoas boas do mundo inteiro a levantar sua voz em condenação ao cerco econômico, comercial e financeiro aplicado por Washington ao país caribenho por mais de 60 anos.

«Das redes sociais como YouTube e Telegram, rádio, televisão e mídia alternativa, vamos unir nossas vozes numa ofensiva contra-hegemônica de 24 horas», convidaram os moderadores do canal, José Antonio Toledo e Patricia Pérez, ao anunciarem a iniciativa, informou a Prensa Latina.

O candidato a vacina Mambisa poderia fazer a coisa mais difícil: cortar a transmissão

A candidata cubana a vacina contra a Covid-19, chamada Mambisa, é a primeira, para administração nasal, a iniciar testes clínicos em humanos no mundo.

O Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia (CIGB) — desenvolvedor do medicamento — informou no Twitter que o imunogênio está avançando em sua aplicação aos convalescentes e como um fortalecedor, e que demonstrou segurança e imunogenicidade.

Estes parâmetros foram avaliados durante o desenvolvimento de um teste clínico adaptável, randomizado e em grupo paralelo Fase I/II, aplicado em 120 voluntários convalescentes adultos, disse o BioCubaFarma na mesma rede social.

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