Embaixada de Cuba em Angola

Angola comemorou meio século de independência

Uma delegação cubana, presidida por Esteban Lazo Hernández, acompanhou a comemoração do irmão povo africano

Autor: Enrique Moreno Gimeranez | enrique@granma.cu

Angola celebrou, este 11 de Novembro, meio século da sua independência nacional, num jubileu popular que desencadeou, em torno desta efeméride, criatividade, entusiasmo e o orgulho patriótico das diferentes gerações do povo da irmã nação africana.

Participará Esteban Lazo em comemorações do 50º Aniversário da Independência Nacional de Angola

O membro do Bureau Político do Comité Central do Partido, Esteban Lazo Hernández, presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular e do Conselho de Estado, chegou em 9 de Novembro à República de Angola para participar no Acto Central de Comemoração do 50º aniversário da independência nacional do irmão país africano; bem como nas atividades centrais por ocasião dos 50 anos do estabelecimento de relações diplomáticas entre Cuba e Angola.

50 artistas para 50 anos

No âmbito da celebração dos 50 anos de independência de Angola, 50 artistas unem-se num gesto simbólico e criativo para traduzir, na linguagem da plástica, o percurso de um povo que soube transformar a luta em liberdade e o sonho no futuro.

"50 artistas, 50 obras" mais do que uma exposição é uma declaração de identidade coletiva, uma variedade de expressões, técnicas e visões que refletem o pulso de uma nação em permanente construção. A mostra foi exibida no Hotel Intercontinental.

Cuba comemora 50 anos da “Operação Carlota”

A “Operação Carlota”, como foi chamada a ajuda militar internacionalista prestada pela Ilha a Angola, faz hoje meio século do seu início.

Carlota foi uma escrava libertária africana que em 5 de Novembro de 1843, liderou uma rebelião na usina de açúcar Triunvirato, na província de Matanzas, localizada na zona central da ilha

Sua rebelião, para acompanhar muitos outros escravos levantados nas terras da usina de açúcar Triunvirato tornou-se, mais de 130 anos depois, o grito de guerra de um continente.

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