Desenvolver a solidariedade com Cuba! Acabar com o bloqueio!
Nota do Gabinete de Imprensa do Partido Comunista Português
A decisão da Administração Biden de retirar Cuba da arbitrária lista dos EUA de ditos «países patrocinadores do terrorismo», quatro anos após a sua inclusão pela Administração Trump, resulta, antes de mais, da justa e persistente luta do povo cubano em defesa da sua soberania e direitos, assim como do reiterado posicionamento de diversos países e da acção do movimento de solidariedade com Cuba.
Embaixador cubano se reúne com Secretária de Estado da Saúde portuguesa
Lisboa, 16 de janeiro de 2025. O Embaixador de Cuba em Portugal, José Ramón Saborido Loidi teve uma reunião com a Doutora Ana Povo, Secretária de Estado da Saúde de Portugal.
O Embaixador dialogou sobre a experiência do setor nacional de Saúde pública cubano e o prestígio da ilha na formação de galenos nacionais e estrangeiros. Igualmente, tratou sobre as capacidades de Cuba no setor biotecnológico e farmacêutico e comentou sobre o sucesso das vacinas cubanas contra a Covid-19, exemplo de resiliência apesar dos efeitos do bloqueio económico, comercial e financeiro.
Nota de impresa sobre a retirada de Cuba da lista de países alegadamente patrocinadores do terrorismo
A Associação de Amizade Portugal Cuba (AAPC) recebeu com agrado a notícia de que a administração Biden retirou Cuba da sua lista de países alegadamente patrocinadores de terrorismo. A inclusão de Cuba nesta lista, que nunca devia ter acontecido, juntamente com outras medidas, teve um impacto altamente lesivo em Cuba e no povo cubano. A retirada de Cuba é, pois, uma medida mais que justa que só peca por ser tardia e por ser limitada.
No espírito do Jubileu Ordinário de 2025, liberta o Estado cubano a pessoas que cumprem sanção.
Como parte das estreitas e fluídas relações com o Estado Vaticano, o governo de Cuba tem-se mantido em comunicação com o Papa Francisco e com os seus representantes e, como no passado, tem informado à Sua Santidade sobre processos de revisão e desencarceramento de pessoas privadas de liberdade, prática que é comum no nosso sistema de justiça e que tem caracterizado a trajetória humanitária da Revolução.



